Crítica: «Avatar» – Uma obra de arte tridimensional
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Depois de termos enchido um quarto de depósito no Avatar Day, a 21 de Agosto deste ano, o Ante-Cinema teve o grande prazer de estar presente na antestreia do revolucionário filme de James Cameron, e finalmente satisfazer as nossas expectativas. O realizador, responsável pelo filme mais lucrativo de sempre (Titanic – 1997), é também o responsável pelo mais caro de sempre. Este Avatar (2009) custou nada mais nada menos que 300 milhões de dólares, fora os custos de publicidade que subiram ainda mais a parada. Cameron demorou anos na preparação desta obra, tendo inclusive decidido esperar pela tecnologia certa que permitisse a criação de tão complexo trabalho. O momento chegou, e Cameron é Cameron.
“There is still at least one man in Hollywood who knows how to spend $250 million, or was it $300 million, wisely”. – Roger Ebert
Não há nada mais verdadeiro do que a frase acima transcrita. Se queremos ver um filme com um ‘hype’ poderosíssimo, que engloba milhões de dólares na sua produção, marketing e publicidade, então James Cameron é o homem certo. Esqueçam Michael Bay quando Cameron entra em campo. Isto aqui não é para meninos. O que James Cameron tem de especial, é que este senhor consegue realmente ter sucesso na entrega do produto a todos os níveis. Avatar é poderoso, deslumbrante, e visualmente revolucionário.
A história tem início quando nos deparamos com o estado do planeta Terra em 2154. Problema? A Terra está a morrer. Para que os humanos sobrevivam precisamos recorrer a um mineral muito específico chamado ‘Unobtainium’. Este material existe apenas na lua de Pandora, e os humanos tentam tomá-lo à força, abusando dos indígenas que lá habitam, os Na’Vi. Facto? Os humanos são maus nesta história.
Não é de todo fácil evitar comparações com o argumento de Cameron e a situação actual do nosso planeta. Façamos os paralelismos que fizermos em função da realidade, as semelhanças com a guerra do Iraque, Vietname, a colonização Americana, e a própria degradação do ambiente em que o homem é o principal responsável, estão em Avatar. Frases como uma perfeitamente audível e memorável, ‘fight terror with terror’, são indícios claros da mensagem anti-guerra que o realizador pretende evidenciar com força. Estamos perante um filme que com o decorrer dos minutos se apresenta como um mecanismo político, contrariando qualquer pensamento de que esta película se trata apenas de um blockbuster super-orçamentado e sobrevalorizado com truques publicitários.
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Revelando apenas mais um pouco do enredo, temos um ex-fuzileiro incapacitado fisicamente cuja utilidade militar é nula. Jake Sully (Sam Worthington) cumprirá então a missão de substituir o seu irmão, na ocupação do seu Avatar. Avatar é a denominação de um corpo criado em laboratório, através de uma mistura de ADN humano e Na’Vi. Através do Avatar, Sully tem a capacidade de poder ser fisicamente activo, uma vez que o seu corpo humano não lhe permite mobilidade nas pernas. É precisamente neste ponto da história que somos introduzidos na problemática da personagem, e o que dá inicio ao desenvolvimento do filme.
A partir deste momento mergulhamos no mundo de Pandora. Um universo colorido e belo, que nos remete para algumas das noções que temos de paraíso. Lá encontramos as mais variadas e bizarras espécies de animais e plantas, assim como o tal povo Na’Vi. Azuis, de olhos amarelados e enormes, os Na’Vi são um povo ligado essencialmente à natureza. No entanto, a iminente ameaça dos humanos em relação ao seu território, torna-os hostis e protectores. Os humanos divididos entre o departamento biológico e científico, e entre o departamento corporativo e militar, têm intenções diferentes para com Pandora, levando a que Sully seja sujeito a uma proposta irrecusável.
Dizia-se que Avatar seria algo nunca antes visto. Concordo plenamente. Visualmente estamos perante uma obra de arte tridimensional, perfeita em todos os sentidos. O trabalho massivo, pormenorizado, é muito mais do que aquilo que era possível de imaginar. Estamos a falar de 162 minutos quase na sua totalidade criados em animação 3-D, que nos transportam fisicamente para o universo magnífico de Pandora. Pessoalmente, os óculos 3-D normalmente incomodam-me um bocado, no entanto, esta é uma experiência em que deixamos de estar presentes numa sala de cinema, e passamos a estar do outro lado da tela. Acreditem, Avatar é uma ‘trip’ de ácidos saudável e monetariamente bem mais em conta.
O único problema, a meu ver, são alguns pontos no argumento que desiludiram. Não é tanto um problema, mas algumas facilidades que foram tomadas por James Cameron, que inevitavelmente sendo um realizador que joga com milhões de dólares e com a rentabilidade comercial dos seus filmes, terá de sacrificar algum do seu material original em prol do sucesso de bilheteira. Apesar de se tratarem apenas de especulações sem fundamento da minha parte, não consigo evitar a presunção e o pretensiosismo de pensar que Cameron poderia ter enveredado por outros caminhos, nomeadamente no que toca ao desfecho do filme. E quem sabe até projectou outros pormenores que alterariam o final e alguns caminhos percorridos neste filme. No entanto, se eles existirem, imagino que mais tarde ou mais cedo teremos conhecimento disso, talvez numa versão alternativa da obra.
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Observações negativas à parte, outro dos bons elementos de Avatar, é a banda sonora de James Horner. O compositor, responsável também por Titanic, dá vida e emoção ao longo de todo o filme, através de melodias suaves, contrastando com momentos de tensão durante as batalhas. Os actores, principalmente Sam Worthington (Jake Sully) e Zoë Saldaña (Neytiri), estão muito bem, especialmente porque o seu contacto é exclusivamente através de ‘motion capture’. É notória a química e envolvimento entre os dois personagens, confirmando Cameron como alguém que sabe fazer um par funcionar no grande ecrã, depois da dupla sensação de Titanic, Kate Winslet e Leonardo DiCaprio, e de Arnold Schwarzenegger e Jamie Lee Curtis em True Lies (1994). É excelente ver Sigourney Weaver, a saudosa Ripley da saga Alien de volta a trabalhar com James Cameron, e principalmente aos filmes de ficção cientifica, onde parece ser peixe na água. De regresso está também o verdadeiro ‘mauzão’ como já não se via um assim desde os anos 80 e 90. Perdoem-me se estou errado, mas este Stephen Lang (Coronel Miles Quaritch) faz-me lembrar, e muito, os papéis de um dos mais temidos vilões de que há memória, chamado Michael Ironside. Também não é de estranhar uma certa tendência para personagens ‘tipo’ de Cameron, como acontece com o papel de Michelle Rodriguez (Trudy Chacon). Quem não se lembra de Jenette Goldstein, a indomável soldado Vazquez de Aliens (1986), realizado por James Cameron? Ou também de Paul Reiser como Carter Burke no mesmo Aliens, bastante parecido com Parker Selfridge, o executivo interpretado por Giovanni Ribisi em Avatar?
O filme de Cameron é um marco na história do cinema: visualmente intocável, narrativamente muito bom, e sobretudo apresenta-se como uma obra auto-consciente. Alerta de forma pouco pretensiosa e camuflada sobre o estado em que a humanidade e o nosso mundo se encontram, permitindo que o espectador desfrute da experiência, mas que ao mesmo tempo reflicta sobre o tema. Avatar, sem obrigar de forma invasiva a que algo moralista seja retirado da película, permite à nossa consciência apreciar apenas o ‘thrill’ de tal obra-prima visual, ou se assim o entendermos, realmente tirar uma lição da história.
Há claras semelhanças entre Avatar e outro filme deste ano chamado Distrito 9 (2009), de Neill Blomkamp. Tanto um como outro exploram analogias e paralelismo entre a realidade e ficção através dos seus argumentos, e ambos identificam o ser humano como principal opressor. Terão estes filmes realmente poder para entrar nas consciências humanas? Espero que sim. Mas moralismos à parte, Avatar é um marco. O Star Wars (1977) da geração do século XXI.
NOTA:
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O MELHOR:
Visualmente perfeito. Uma obra-prima que marca um novo registo no cinema. Não é só para a pipoca, é também consciente sem o fazer deliberada e presunçosamente.
O PIOR:
Algumas facilidades no argumento. Leona Lewis na música final a revelar que Cameron ainda pensa em Titanic.
A FRASE:
‘They’ve sent us a message… that they can take whatever they want. Well we will send them a message. That this… this is our land!’ – Jake Sully

wow, agora fiquei mesmo curioso!
Belo comentario……
Que pena não poder ir ver este filme ao cinema… Mas é bom ver o regresso de um dos mestres do cinema. James Cameron tem o condão de marcar cada década com obras fenomenais!
Anos 80: Terminator; Anos 90 Titanic; Anos 00 Avatar!
Caros leitores,
Muito obrigado pelos vossos comentários. Tiago essa curiosidade só te faz bem. Não te preocupes que desta vez a curiosidade não matou o gato, eheheh =p
Ricardo V. se não te importas que te pergunte, porque é que não podes ver o filme no cinema? Concordo contigo. É grande ver James Cameron a regressar à ribalta. Se bem que na tua lista alterava o ‘Titanic’ para o ‘Terminator 2′, uma vez que visualmente foi no inicio dos 90 um filme revolucionário, e ainda hoje o é! Quanto a ‘Titanic’ nada contra, pelo contrário. Apesar da lamechice há que admitir que é um marco do cinema, quanto mais não seja a nível de bilheteira =)
Cumprimentos a todos*
Caros leitores, este ano a minha iniciativa anual, Cinebloggers Awards irá iniciar muito mais tarde, talvez porque este ano (que está quase a terminar) foi muito atarefada e as eventuais actualizações ao blog me fizeram ocupar ainda mais o meu tempo. Porém, apesar da minha eventual ausência, não deixei de observar os outros blogs de cinema que tanto dedicam os seus dias a tão nobre arte. Por isso, como ano não é ano, e já lá vão quase 3 anos de existência, o Cinematograficamente Falando … volta a homenagear os “bloggistas” e inicia assim outra edição do Cinebloggers Awards. O que consiste este Cinebloggers Awards? O leitor terá aqui motivo e suficiente para apoiar com força o seu estamine favorito, o que têm que fazer é enviar um e-mail aqui (hugogomes9665@sapo.pt) com as vossas escolhas nas seguintes categorias, se não confiarem no e-mail podem sempre postar na secção de comentários aqui (http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/446904.html). Os nomeados serão revelados no dia 1 de Janeiro, as categorias são:
Melhor Blog de Cinema
Melhor Blog de Noticias de Cinema
Melhor Design de um Blog de Cinema
Melhor Artigos num Blog de Cinema
Melhor Criticas num Blog de Cinema
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Boa votação e não se esqueçam conforme sejam as vossas escolhas, bons filmes!
Ver Aqui Post
http://cinematograficamentefalando.blogs.sapo.pt/446904.html
Uma das mais consistentes críticas feitas até agora, vc analisou todos os pontos, sem demonstrar preconceitos; por exemplo quando analisa a “simplicidade” necessária do roteiro, pois quando se trabalha com milhões como é o caso de Cameron, não se pode correr o risco que somente alguns gatos pingados na platéia entendam ou finjam entender o filme. Alguns críticos erroneamente estão o comparando a roteiros como o do Distrito 9 (dizendo que este é muito superior), mas Distrito é um filme que definitivamente não tem a carga a sustentar como Avatar. Distrito 9 é uma ótima ficção mas somente uma parcela de espectadores o assistiram, já Avatar não pode se dar a esse luxo, é um filme pra ser visto por toda a família, por toda a sociedade.
Volto a dizer sua crítica é muito superior a várias já publicadas e olha que já li muitas, inclusive internacionais.
Parabéns.
Diogo, não poderei ver o filme porque moro longe de um cinema! Não tenho carro próprio para ir ao Porto, que é a zona mais perto de onde vivo.:(
Caro Elton,
Fico muito agradecido pelos teus elogios, e sinto-me verdadeiramente lisonjeado por considerares a minha análise ao filme uma das que mais gostaste. =) Lá está, ‘District 9′ é um excelente filme, dos meus preferidos deste ano. No entanto é mais fácil criticar negativamente ‘Avatar’ uma vez que a expectativa gerada em torno do filme é muitíssimo superior! Cameron tem de provar o seu estatuto, defender os interesses do filme, e ainda produzir retorno monetário para os estúdios. Neill Blomkamp, o realizador de ‘District 9′, era antes do filme alguém que não tinha nada a provar, portanto nada a perder. Pelo menos em óbvia comparação com James Cameron. No entanto tanto ‘Avatar’ como ‘District 9′ são excelentes filmes, apenas com proporções diferentes como bem disseste no teu comentário. Aguardarei com expectativa um próximo trabalho de Blomkamp para confirmar a sua qualidade, que desde já acredito que poderá ser um futuro colosso do cinema, principalmente do cinema fantástico.
Ricardo V.,
Comete uma loucura! Tens de ver isto no cinema! =p
Cumprimentos, e mais uma vez obrigado*
Que roto oh Ricardo!
Pois, ando a ver se arranjo maneira de o ir ver ao cinema! Tenho que convencer algum amigo a ir comigo. Senão poderei mesmo cometer uma loucura.
Fui ver ontem na sessão da meia noite em Lisboa em 3D. Perfeitamente fabuloso. O argumento é algo previsível pelo que perde algo. Do ponto de vista visual/imagem é perfeitamente incrível.
Dos poucos filmes que ví nos últimos tempos em que dei o dinheiro por bem gasto. Preparem-se para 3 horas de ficção espetacular.
É….., sem duvida que o argumento acaba por se esconder debaixo desta beleza de filme, o publico acho que acaba por entrar para dentro de Pandora e a narrativa fica um pouco esquecida…. mas tal como o Diogo disse cumpre perfeitamente com o filme…. e é dificil igualar a narrativa com o aspecto visual do filme…. nada é perfeito.
<a href="http://cria-o-teu-avatar.blogspot.com/2009/12/acabei-de-ver-avatar-2009.html"
Fui hoje ver e é um filme, do ponto de vista de entretenimento, espectacular. A nível visual, é “orgásmico” e algo que nunca se viu no cinema.
Acho a crítica muito, mas mesmo muito, boa.
Por fim, fui o único a achar que os Na’vi – caracterizados em computador – são melhores actores, e mais expressivos, que alguns actores de carne e osso, que por lá andavam ? Aquela Michelle Rodriguez então … please!
Consegui aguentar três (3!) dias sem ler a crítica, o que tinha prometido a mim que não ia fazer. Depois lá pus-me a ouvir o vosso programa na rádio, e não consegui resistir. Vocês deviam ter vergonha em fazer inveja a quem ainda não viu
Este fim-de-semana, em principio. Não o vou perder, isso não está sequer em questão
Parabéns pela crítica, mas pricipalmente parabéns a Cameron pelo excelente filme que desenvolveu. Adorei, parecia tudo tão real, mais do que nunca senti-me entrar no filme, fazer parte daquele mundo!
Quanto ao argumento, a meu ver, ainda bem que não se sobrepoe à beleza do filme, assim consegue chamar mais a atenção de todos para a problemática da natureza, das relações interpessoais face À riqueza a qualquer custo!! Julgo que estamos a entrar numa fase de mudança, cada vez mais pessoas se envolvem em solidariedade e se identificam com estas temáticas.
Espero que em breve consigamos parar a ganância desmedida simplesmente mostrando o que somos realmente, a pureza do ser, mostrada pelos Na´vi.
Com um certo receio de 3d, foi com curiosidade de viciado em sci-fi que fui ver Avatar, e garanto que foram das 3 horas mais bem gastas nos ultimos tempos, visualmente espantoso, sem perder qualidade a nivel de argumento (não se pode esquecer que é suposto ser um blockbuster).
Se Star Wars nos faz querer estar numa galaxia distante, Avatar faz-nos querer ser Na’vi e esquecer tudo o que nos liga e prende a este mundo.
E se tomamos partido dos indigenas na defesa do seu planeta, sera porque na nossa Terra, ja somos os maus da fita á muito tempo.
Caro André Amorim, concordo com o facto de ser um filme visualmente impressionante, algo nunca antes visto realmente.
Mas tem em atenção que quando afirmas:
“Por fim, fui o único a achar que os Na’vi – caracterizados em computador – são melhores actores, e mais expressivos, que alguns actores de carne e osso, que por lá andavam ?”
Apesar de realmente os Na’vi serem mais expressivos que os humanos, não são unicamente caracterizados em computador, são personagens reais que executam todos os movimentos e expressões com fatos e mascaras cobertos de pontos IV, que são captados por câmaras e introduzidos em tempo real nos personagens criados em 3D. Se tiveres possibilidade, vê o making of, que foi apresentado pela FOX, dá para ter uma maior noção das coisas.
Amigos muito obrigado pelas simpáticas palavras, e fico satisfeito por estarem a gostar do filme tanto quanto eu. Vamos lá ver se acontece aqui o efeito ‘Titanic’ e os nossos avós também vão ao cinema, eheheheh =]
Cumprimentos.
Boas João,
Eu assumi que a tecnologia utilizada para retratar os Na’vi fosse essa mesmo que me dás conta. No entanto, e secalhar não me expressei bem, o que quis dizer é que consegui identificar expressões mais realistas e humanas em supostos “bonecos”(apesar de os movimentos,expressões serem humanos) do que propriamente em actores – seres huamnos – que existem e andam entre nós.
No entanto, percebi claramente o que querias dizer e vou tentar ver esse making of.
Obrigado.
Finalmente li a tua crítica Diogo, e que crítica! Parabéns, 5 estrelas!
Abraço
O filme só tem efeito visual e mais nada. Se vc gosta disto vá, senão, não perca seu dinheiro, vai se decepcionar.
Exactamente André, se calhar foi mesmo um problema de expressão. Realmente tens razão quanto a isso, mas quem sabe, não seja algo propositado…
Tenta mesmo ver o making off, deixo aqui os links para que possas apreciar o “trabalhão” que deu este filme.
http://www.youtube.com/watch?v=io0NhU3L4qw
http://www.youtube.com/watch?v=LoxpMMkaeh0
Cameron conseguiu! Outra vez!
Depois de ter criado obras de referência como Aliens, Terminator, Abyss, True Lies e Titanic, este Avatar, o filme mais caro produzido até hoje (300 milhões de dólares), torna-se de um modo “natural” no novo paradigma do universo de ficção científica e assume-se, tal como as obras anteriores de Cameron, como o novo standard qualitativo em termos de tecnologia e cinema de entretenimento no seu expoente máximo.
Este filme, penso que significará para os anos vindouros, o mesmo que o Matrix significou no início da década. Será a medida pela qual a partir de agora as comparações serão efectuadas e influenciará em termos de concepção o que for feito a partir de agora.
Aconselho vivamente o visionamento em 3D. Nunca fui particular adepto desta tecnologia, mas este filme foi pensado de raíz para ser (também) visto assim e garanto-vos que a experiência não tem absolutamente nada a ver com tudo o que foi feito até agora em 3D. A imersão no filme é total. Na minha opinião, a experiência deve ser algo semelhante ao que sentiram os expectadores inicialmente com a introdução do som e posteriormente da cor. É realmente fantástico, acreditem-me, é uma nova experiência no conceito de visionamento cinematográfico.
O filme tem também uma mensagem ecológica poderosíssima e mostra-nos que para efectuar algumas das maiores realizações em termos éticos da humanidade, não é obrigatoriamente necessário ser humano.
Vão ver. É um filme imprescindível, que “fecha” a década cinematográfica com chave de ouro. É um filme excelente, que se assume como novo paradigma em termos tecnológicos no universo do cinema de entretenimento. É uma obra de arte. É um Cameron.
Grande Sérgio! eheh =) Obrigado pela força amigo, ainda bem que gostaste!
Um grande abraço*
Foi realmente espetacular! Vibrei muuito junto com os personagens! O único ponto fraco do filme foi a trama; a qual eu tive impressão de já ter visto em outros filmes a mesma. Além disso, algumas cenas eram bastante previsíveis e eu demorei quase 1 hora para pegar o fio de meada, hahaahahah! Mas, foi bom.
Foi realmente espetacular! Vibrei muuito junto com os personagens! Porém, um dos pontos fracos do filme foi a trama; a qual eu tive impressão de já ter visto em outros filmes a mesma. Além disso, algumas cenas eram bastante previsíveis e eu demorei quase 1 hora para pegar o fio de meada, hahaahahah! Não gostei de ter vibrado para que os humanos morressem… Talvez eu pareça meio velho dizendo isso, mas não acredito que seja muito positivo a gente vibrar para que alguém morra e o filme te conduz a isso.
Tirando isso, as outras mensagens que ele passa são bem interessantes. Gostei muito dele ter tocado na energia que rege a natureza!
Para quem gosta de ficção é um filme incrível!
Willy Delvalle,
Concordo plenamente quando dizes que não é nada positivo que queiramos que alguém morra no filme. No entanto esse é um dos pontos fortes no argumento de Cameron. Ele estrutura e caracteriza tão bem as personagens, que realmente surte um efeito, ora negativo ora positivo, de acordo com as acções dos intervenientes ao longo do filme. O grande trunfo de Cameron no argumento, é fazer-nos importar com o que está a acontecer. É na sua essência fazer prevalecer os nossos sentimentos e opinião relativamente a algo! Por isso é que queremos que alguém morra, e tomamos partidos. Cameron apela essencialmente ao ser humano, e mostra que muitas vezes estamos errados, e obviamente, Jake Sully representa o público, porque tal como nós ele achou que os humanos eram os vilões da história.
Se Cameron fosse candidato ás eleições no nosso país, tenho a certeza que a abstenção baixaria, ehehehehehehehheh =p
Cumprimentos*
Diogo,
Muito obrigado por responder meu comentário. Depois dele, vim perceber que esse blog é de Portugal (quanta falta de atenção, a minha) e eu sou do Brasil. Pois então. É verdade o que tu disseste sobre Jake Sully que passou a enxergar os humanos como vilões e, então, combatê-los quando já se sentia parte dos Na’vi. Agora, faço uma pergunta: tu já não viste uma trama semelhante alguma vez? Pois, eu já. É uma trama repetida. Onde os homens, movidos pelo interesse econômico, querem destruir a natureza e a natureza, forte, combate-o até o fim, até vencer E VENCE. Eu li que foi propósito de Cameron desenvolver uma trama já existente para poder ter mais segurança ao realizar sua superprodução. Medo de criar? Como é que um criador pode ter medo de criar? Tenho a impressão de que se preocuparam demais com a crítica e se seria ou não um sucesso de bilheteria, quiseram esbanjar superprodução e mostrar algo que já sabemos; que estamos no auge da tecnologia e que o antes impossível não faz mais parte do presente. Mas, é aí que está o desafio – o de conciliar bem tecnologia com criatividade. E isso não foi o que Cameron fez, pelo menos na minha opinião. Esses são os principais pontos para mim em um filme: TRAMA, OBJETIVO e MENSAGENS. “Avatar” se sai bem (7) em apenas dois deles; objetivo e mensagens.
Willy Delvalle,
Concordo quando dizes que esta não é uma história original. Obviamente que não é! Aliás quando perguntas se já vi algum filme com uma história parecida, respondo-te com todas as letras ‘DANÇAS COM LOBOS’, ou ‘DANCES WITH WOLVES’ caso não estejas familiarizada com o titulo de Portugal. O cerne, o núcleo, o tema, são exactamente iguais. No entanto estamos a falar de algo universal, e que é inato nos sentidos de qualquer ser humano: O bem contra o mal. A história é a mais tradicional possível. Mas refiro-me apenas à história, ao tema, e não ao argumento no seu total. O argumento é poderoso pela força, e sobretudo como já disse anteriormente, pela profundidade dos personagens. Cameron não me parece ter medo de criar, porque ele criou tudo isto que vemos em ‘Avatar’! Este é sobretudo um filme para os olhos, e tudo o que está para além do visual é apenas um complemento que Cameron deixa à nossa interpretação. Quanto ás preocupações de Cameron é óbvio que tem de se preocupar! Em caso de ‘flop’ de bilheteiras este senhor podia muito bem nunca mais fazer nada da vida, ou então, produções aquém das suas capacidades. É assim que isto funciona. De certeza que Cameron não quer ser mais um Michael Cimino, ou um Francis Ford Coppola, ou porque não um Brian De Palma. Todos eles arriscaram e não petiscaram. Cameron calcula os riscos e mesmo assim conseguiu um filme impressionante.
Obrigado pela tua excelente e impertinente opinião Willy.
Cumprimentos*
Eu vi o filme, realmente primoroso! E suas observações sobre ele são muito valiosas para serem lidas mesmo para quem, como eu, já tenha visto o filme. Temos uma visão mais ampla da intenção do autor.
Adryana,
Sinto-me apreciado pelas tuas palavras. Muito obrigado pelo feedback, e ainda bem que partilhas da mesma opinião do filme.
Cumprimentos*
Diogo,
Eu sou do Brasil e estava procurando por uma crítica de um crítico de verdade para postar em uma comunidade do filme no orkut,pois alguns nessa comunidade teimam em não achar nenhum ponto positivo no filme.Sua crítica foi realmente bem feita!Foi ótima,você sendo ou não um crítico profissional.Concordo plenamente com você.
Alguns dizem que o roteiro é fraco e que se tirarem os efeitos especiais e sonoros o filme seria um lixo.A história poderia ser mais “complexa” sim,mas não há a necessidade disso.É uma história simples,bela,que não precisamos ficar quebrando a cabeça para desvendar alguma coisa(só para como o James poderá melhorar os próximos filmes…=D).Alguns no orkut dizem que o filme é recheado de clichês.Mas e daí?Todos os filmes possuem clichês,não é mesmo?Até mesmo os filmes “cabeça” possuem clichês.
Lembra que no início eu disse q estava procurando uma crítica para postar no orkut?Gostaria de postar a sua,se você me permitir.São bons argumentos a favor – e com fundamento – que rebateriam alguns argumentos contra – totalmente sem fundamentos.
Mto obrigada desde já!
P.S.:Dou os créditos a você,pode confiar!
Rita,
Sinto-me muito satisfeito por ter gostado da minha critica, e claro que permito que coloque a critica no Orkut. =) No entanto a minha critica é apenas uma opinião do filme, e é bom quando há outras pessoas que partilham da mesma opinião. Mas quem não partilha também tem o direito aos seus próprios julgamentos do filme. Na minha, o filme é excelente.
Cumprimentos e obrigado pela divulgação da critica*
=)
Tenho 32 anos, sou cinéfilo desde os 5 quando assisti meu primeiro filme: 2001: odisséia no espaço. Posso dizer que AVATAR é um filme ótimo, com defeitos que não afetam o resultado final. Na verdade, acho que falar mal desse filme é um exercício para ranzinzas. Já li várias teorias sobre os defeitos do filme, e nenhuma delas colou, pois grandes clássicos do cinema tem exatamente os mesmos defeitos. O problema que algumas pessoas tem com Avatar é que para parecerem “sabichões”, algumas pessoas seguem a regra de nunca demonstrar que se sentiram bem ao assistir um blockbuster.
Diogo,
Mto obrigada por ter me permitido colocar a crítica no orkut…Acabei de postar,e ela já está dando bons frutos(ainda naum apareceram pessoas contra pra começar a discussão…=P)…Se vc tiver orkut e quiser que eu te passe o link da comunidade,é só pedir…=D
E obrigada mais uma vez!
Até mais!
Norman,
Concordo que há muito boa gente que apesar de ter gostado de ‘Avatar’, é orgulhosa ao ponto de dizer que não gostou só para contrariar. No entanto somos milhões por este mundo fora e obviamente deve haver opiniões opostas e sinceras relativamente ao filme. Como bem dizes todos os grandes clássicos por muito bons que sejam têm defeitos. Nada é perfeito. Contudo podemos definir uma perfeição para nós. Para mim ‘The Godfather’ de Coppola é perfeito, apesar de Coppola ser o mais imperfeito dos realizadores. Com certeza deve haver muita gente a ter uma opnião diferente da minham e ainda bem que assim é. Apesar de tudo concordo plenamente que existem pessoas que apenas criticam tudo o que é ‘blockbuster’ =(
Rita de Cássia,
Eu é que agradeço =) Boas discussões sobre o filme. Infelizmente não tenho conta Orkut, mas obrigado na mesma!
Cumprimentos*
Bom Dia. Chamo-me Susana Cruto e estou a realizar um artigo sobre o Avatar e gostaria de poder contar com a sua colaboração. Trata-se de um trabalho académico e não terá qualquer tipo de publicação. Seria possível contar consigo? Pode-me enviar um mail em resposta a este comentário?
Desde já quero agradecer toda a disponibilidade e felicitá-lo pela crítica.
com os melhores cumprimentos
susana cruto
Caro Diogo,
Depois de ver o filme procurei confrontar diversas criticas com a minha opinião e considero a sua a(ou uma das) mais lúcidas.
AVATAR é simplesmente FABULOSO a todos os niveis, e que, do meu ponto de vista, será um marco no futuro do cinema, tanto nas salas como em nossas casas.
As grandes marcas de equipamento já estão em movimento.
Gostaria que me fosse possivel ver este tipo de filmes numa sala livre de “idiotas roedores”, essa praga que infesta porca e desavergonhadamente as salas de cinema.
P.S. Será que ainda vamos ver alguns “broncos” a assar sardinhas nas nossa salas???
Cara Susana Cruto,
Tenho todo o prazer em colaborar com o que quer que precise para o seu trabalho. Não lhe posso é responder ao comentário por e-mail, uma vez que não disponho do seu endereço electrónico.
Cumprimentos*
Amigo Joaquim Setubal,
Não sabe o quanto me ri quando li o seu comentário! Lolololol =) Por momentos imaginei-me num cinema a levar com a fumarada das sardinhas e com a malta a arrotar enquanto emborcam umas cervejas geladinhas. Eheheheheheh! Mas mais concretamente o que aconteceu para estar tão revoltado? Também tenho a minha quota parte de histórias, ao ponto do meu pai (que tinha o pé partido na altura) ameaçar o homem com a muleta. Até me lembro do filme: ‘Speed 2′! O que vale é que o filme é fraquinho =).
Cumprimentos*
Caro diogo,
De facto era optimo, para quem gosta de ver/ouvir/sentir cinema, que tivesse acontecido uma situção esporádica. Infelizmente não.
Ambos sabemos que as receitas de bilheteira são neste momento equivalentes, ou mesmo inferiores ás da “industria da pipoca e afins”. Os empresários,distribuidores e produtores sabem e retiram dai dividendos…
O que me choca, é não haver alternativa a esta situação, é não haver respeito pelo publico que gosta de cinema e em ultima análise pelo trabalho de actores,realizadores,argumentistas,etc que desta forma veem o seu desempenho completamente adulterado.
Actualmente as salas estão transformadas em “casas de pasto” com tela e projector, o que é um crime especialmente nestes filmes grandiosos ou naqueles onde encontramos excelentes bandas sonoras.
Penso que as pessoas ligadas ao cinema deviam repensar a formula e criar condiçoes para que nós, “os outros”, pudessem usufruir do espectáculo. Isso poderia passar por, para alem de retirar a alimentação, reduzir a capacidade das salas, mesmo que tivesse a obvia diferença de valor nos bilhetes.
Poderiam tambem reduzir os custos em equipamento de som(pérolas) a quem não lhe dá valor(…) e assim melhorar tecnicamente as outras salas.
Cumprimentos
@Joaquim
Desculpe interromper,,,, mas eu acho que faz falta é sessões de cinema com pipoca e outras sem pipoca para agradar a todos, eu também dispenso as pipocas e também dispenso o dito intervalo do cinema
Mas a gente que gosta!
Falta-nos também salas em IMAX3D, e ainda acho que os preços dos bilhetes são um pouco puxados, especialmente os de 3D!!!
NASP,
Não interrompe nada, voçe até confirma e partilha da minha opinião.
1-Salas para comer, com cinema e 2-Salas para ver cinema.
A questão é que não temos alternativa…
Joaquim Setúbal,
Tocaste em questões bastante pertinentes, e ainda bem que o fizeste! Existem situações em que a presença de ruídos de fundo é extremamente irritante. Obviamente que na maioria das vezes são as ditas pipocas e todo o tipo de comida que as pessoas levam para as salas. No entanto tenho de confessar que há um filme ou outro em que a pipoca é quase a cereja no topo do bolo. Blockbusters ou comédias puxam quase sempre pelo viciozinho, que parece ser uma espécie de complemento a uma excelente noite de cinema. Aliás, conheço pessoas, nomeadamente raparigas, que 50% da vontade de ir ao cinema deve-se à razão de poderem comer pipocas! Lololol sei que é estúpido, mas lá está, a indústria de cinema até agradece.
Quanto ás salas terem restrições, isso provavelmente seria um problema. Por exemplo, a sala VIP do Norteshopping está condicionada ao filme que lá vai parar. Portanto essas outras salas que teriam a condicionante de se poder comer ou não comer e etc., poderiam ser limitadas quanto à escolha dos filmes. Acontece por exemplo com ‘Avatar’ nos cinemas UCI Arrábida Shopping, que tem 3 salas com o filme, sendo no entanto apenas uma equipada com 3-D! Qual é a piada de se ver o filme mais revolucionário dos últimos tempos em imagem normal? É uma chatice, mas lá está, uma forma de ganharem dinheiro na mesma.
Agora, há pessoas que simplesmente não sabem estar. Prefiro a malta das pipocas, que normalmente até nem fazem mal a ninguém, do que aqueles idiotas sem respeito que parece que estão a fazer outro ‘filme’ só com comentários ridículos e que nada têm a ver com o mesmo.
A tua proposta de serem criadas salas de cinema para ‘nós’ que desfrutamos a experiência cinematográfica de outra forma nunca iria resultar. Como irias diferenciar as pessoas que fazem barulho das que não fazem? Só dentro da sala é que saberias, portanto não valeria a pena. Quanto a não entrar comida ainda há salas que o fazem. Por exemplo nos cinemas MEDEIA no Shopping Cidade do Porto, não permitem entrada de comida.
É extremamente difícil e quase uma impossibilidade controlar isso. O melhor que se pode fazer é ir-se a sítios/horas em que a probabilidade de encontros imediatos de 3º grau com pessoas assim sejam mínimas.
Cumprimento*
Gostei muito de ver o filme “Avatar – Dança Com Lobos”. Não foi esta a melhor experiência pessoal em cinema 3D, mas mereceu todos os cêntimos que paguei; pelo exímio da cor, tecnologia e design dos Na’Vis.
Ressalvo que não entreguei os óculos no final por me terem pedido a exorbitância de 2,5 euros, mais bilhete.
Gostei muito de ler o teu comentário, D.A. Taveres, obrigado.
Na critica,vc diz que o filme mostra o laneta Terra em 2154.Na verdade,o filme mostra um planeta chamado pandora.AVATAR e um filme de drama + conseque misturar ação com a bela história,que em certos pontos a levam o publico a os risos,assim quebrando o gelo do filme,esse filme e para vc se surprender com a tecnológia e historia bem elaborada,digo isso por que não vaz nem 2 horas que eu sai do cinema de pois de asistir avatar.Esse filme nós deixa no mundo da lua,quando saimos do cinema,e que a gente se liga que era so um filme e olha que eu assisti e um cinema 2D classico imagina em 3D digital.
Alison,
Nunca me referi ao filme mostrar ou não mostrar o planeta Terra, ou Pandora em 2154. O que digo é que em 2154 nos deparamos com o estado degradado do planeta Terra, o que consequentemente leva os humanos a procurarem recursos noutro sitio, neste caso, Pandora. Se voltar a ler ficará esclarecida =). Ainda bem que gostou do filme! Viu em 2-D? A minha única experiência foi em 3-D e aconselho vivamente a que faça um upgrade urgente porque foi uma experiência alucinante! Não perca a oportunidade! Vai querer dizer daqui a uns anos aos seus filhos que viu um filme que possivelmente será uma referência da revolução para o futuro em 2-D? Não pode ser! =p
Cumprimentos*
Sepol Om,
Realmente é muito semelhante a ‘Danças Com Lobos’, ‘Pocahontas’, ‘Último Samurai’, e por aí fora. Mas isso é apenas a base de uma história universal e clássica, assim como as histórias de vingança. No entanto existe toda uma estrutura bem mais complexa que se foca nas personagens e nas suas características especificas que são muito bem trabalhadas. Mas concordo que o argumento é possivelmente o ponto mais fraco de ‘Avatar’, não sendo mesmo assim, na minha opinião, algo negativo.
Cumprimentos*
Antes de mais gostaria de dizer que adorei este artigo, pois ajudou-me a perceber melhor todo o envolvente e ambiente do filme.
Neste sábado passado (dia 23 de Janeiro), vi o filme e fiquei deslumbrado com as paisagens e com todo o drama que envolve a pessoa que o visualiza. Tem gráficos e animais muito boas, que só me apetece entrar no mundo de Pandora.
Também gostaria pedir ao senhor Diogo Alçada Tavares, se não se importaria de me facultar alguns dados da sua biografia. Este meu pedido deve-se ao facto de usar esta crítica como base para a minha avaliação oral à disciplina de Português.
Agredeço desde já a atenção e felicito-o desde já por esta magnífica crítica.
Não há mais dúvida de que James Cameron ressuscitará o hábito das pessoas irem ao cinema novamente . REVOLÚNCIONARIO !
óscar,
Muito obrigado por ter gostado do artigo, e especialmente por tê-lo ajudado a compreender algo sobre o filme.
Tenho todo o gosto em poder ajuda-lo no que for necessário. Diga-me concretamente o que necessita relativamente à minha biografia.
Mauricio Nunes,
Parece que Cameron tem esse efeito nas pessoas. Ainda bem que assim é!
Cumprimentos*
Os dados que queria, caso não se importe de mos facultar, são estes: quando e onde nasceu e se tem algum curso superior. è que assim se alguém me perguntar que escreveu a crítica não faço figura de idiota.
Agora estou tentado de o ver em 3D, se normal foi um espanto imagino em 3D.
Cameron é que bem podia dar uma continuidade a este filme, formando mesmo o Star Wars desta nova década!!
Óscar,
Nasci a 14 de Novembro de 1985 no Porto, mas sou natural de S. João da Madeira. Actualmente vivo no Porto, e estudo na Universidade Católica do Porto, onde sou finalista do curso de Som e Imagem.
Tem de ver o filme em 3D, é obrigatório! Cameron já está a preparar uma sequela, e inclusivamente diz-se que poderá haver uma trilogia =).
Cumprimentos*
Cara, que filme massa!!! James Cameron conseguiu mais uma vez. Apesar de criar um conflito com Distrito 9 (que com certeza foi um dos melhores do ano de 2009), esse se sai muito bem.
Incrivelmente belo, grana muito bem distribuída, como alguém daqui disse. 5 estrelas novamente para o Diogo (isso pq é o limite xD). Mas Diogo, só para confirmar… James dirigirá essas sequências? Porque o Sam assinou contrato para mais 2, James prometeu escrever mais 2 (inclusive há rumrores que não serão mais em Pandora). Mas a direção será dele? Ele não é fã de continuações, certo? [aguardando]
Davi Anthony,
Epá, você está em todo o lado, eheheheh =) É verdade, Cameron voltou a fazê-lo. Incrível a influência deste senhor. Penso que sequelas do Avatar, serão apenas e exclusivamente realizadas pelo próprio. Quanto a pormenores do argumento, não tenho quaisquer indicações de onde ou como se passará. Penso que Cameron não tem nada contra continuações, simplesmente quando perde o entusiasmo desliga-se e deixa as rédeas pa outro. Temos sempre ‘Terminator 2′ como alguma esperança que seja ele a assinar as sequelas.
Cumprimentos*
Então, Diogo…
Essa já pode ser considerada uma obra ‘continuável’ por nós, certo?
Pra falar a verdade, tinha esquecido-me de “Terminator 2″ ¬¬ É que o último teve um enredo tão piegas que me deixou um tanto confuso. Obrigado pelos exclarecimentos.
Mas espero que o influente senhor (gostei de como retratou ele xD) continue sua boa obra, pois ele acertou em cheio.
esclarecimentos* ¬¬
Pois então, saíram rumores de q Cameron disse já ter feito o Avatar pensando em Avatar 2, pois segundo ele “não teria pq criar um planeta desta magnitude para apenas um filme”.
Achei simplismente sensacional o filme. Queria ter visto Imax mas infelizmente na minha cidade não têm então foi 3D mesmo.
Davi,
Vamos esperar para ver. Eu por acaso não gosto muito de sequelas. Gosto de deixar a poeira bem assentada, eheheheh =).
Luis Filippe,
Em Imax deve ser uma experiência e tanto. Cá em Portugal temos de nos contentar com o que há, ou seja, o 3-D que já é bem bom.
Cumprimentos*
Ao reler novamente a critica e depois os comentarios apercebi-me que o Diogo Tavares escreveu uma pequena obra literaria de grande sucesso….
Fantastico trabalho Diogo, continua com as analises.
Nasp,
Muito obrigado pelo elogio e pelo apoio. Vou tentar dar sempre o meu melhor =).
Cumprimentos*
Bom comentário. Peço que visite meu blog, postei um texto falando do filme também. Obrigado.
Grande filme!
Grande crítica!
Pena ter falhado o oscar… fica para a sequela. Cameron já nos habituou a grandes sequelas que superam o original.
Cumprimentos
Gostei muito da parte “gráfica”, o cast em sim… bem, bastaria ter uma voz e nada mais.
Um sequela não faz muito sentido, vamos ver o que vai dar.
ahcei o roteiro infantil d +
Melhor filme de do ano. PONTO
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