Crítica: «Twilight: Eclipse» – Morangos com Vampiros III
Para quem está habituado a que aqui o Costas achincalhe impiedosamente a Saga Twilight e tudo aquilo que envolve o assunto, exceptuando as obras literárias em que o lixo cinematográfico foi buscar inspiração, hoje é sem dúvida um dia contraditório na natureza Mandylor. Tudo isto porque acabei de assistir ao fresquíssimo filme da saga, Eclipse (2010), e por estupidamente incrível que pareça, eu não consigo odiá-lo. Porquê?! Eu ando há dias, semanas, meses, com um índice elevadíssimo de expectativas, quase superior ao daquela tipa do YouTube que grita anormalmente enquanto vê as primeiras imagens do trailer. Enquanto ela gritava de alegria, eu sorria tipo Nicolas Cage só de imaginar o quanto ia chacinar o raio do filme.

Mas vamos por partes. Desta vez não pude estar presente na estreia oficial junto da gentalha ilustre, porque um senhor chamado Fernando Ribeiro andou à pancada com meia dúzia de pessoas que se encontravam na estreia oficial de Lua Nova (2009), e consequentemente como não houve convite, tive de realmente pagar para ver Eclipse, e juntar-me às fãs histéricas que fazem comentários elaborados durante o visionamento, capazes de envergonhar Luís Freitas Lobo. Se o Pattinson soubesse, seria difícil limpar-lhe aquele sorrizinho de escárnio da cara, ao imaginar-me sentado a contribuir para lhe encher os bolsos.
A outra parte da minha experiência com Eclipse, e efectivamente essa é que interessa, é o seu visionamento. Confesso que me deixei levar pelo entusiasmo de destruir este filme por motivos óbvios, porque a verdade é que não é assim tão mau. Comecemos pela história que ‘penteia’ este terceiro filme da saga, onde continuamos confrontados com a chachada do dilema amoroso de Bella (Kristen Stewart), Edward (Robert Pattinson) e Jacob (Taylor Lautner), agravado agora pela possibilidade de Bella se poder tornar numa vampira, sob a condição de casar com Edward, para mal dos pecados de Jacob. Paralelamente conhecemos Riley (Xavier Samuel), um vampiro recém-nascido às ordens de Victoria (Bryce Dallas Howard), que procura vingança pela morte de James (Cam Gigandet), o vampiro derrotado por Edward no primeiro capítulo da saga, Crepúsculo (2008). Para isso acontecer, Victoria pretende criar um exército de recém-nascidos, que para que se entenda são vampiros com pouco tempo de transformação, e por isso estupidamente fortes.

Está criado o mote perfeito para pôr a canalhada toda a saltar das cadeiras e a atirar pipocas para o ar. Contudo, não foi de todo o que sucedeu. Durante a exibição do filme, a audiência permanecia colada à tela, não desgrudando nem por um único segundo, nem emitindo um único ‘come-a’ ou ‘cala-me essa gaja com o teu ‘vampirão’’, como aconteceu frequentemente durante a exibição de Lua Nova. Acabei por ficar com o ‘bichinho’ e perceber porque raio ninguém andava com as hormonas aos saltos. Ao contrário do segundo capítulo, Eclipse consegue evitar os diálogos exagerados, os dramas excessivos, e conter o histerismo que Kristen Stewart usa e abusa para que se sinta a ‘dor’ emocional da personagem. Existe mais ritmo no argumento, maior desenvolvimento nos ‘backgrounds’ de alguns personagens e também dos seus conflitos internos (principalmente Bella, quanto a abdicar da vida para se tornar uma vampira), bom balanceamento entre acção e drama, e principalmente um espírito épico que não se encontrava nos seus predecessores. Talvez o mestre Howard Shore tenha ajudado com a banda sonora, mas a realidade é que também se sente uma melhoria nas performances dos actores. Não me interpretem mal, Stewart, Pattinson e Lautner, continuam a ser terríveis, com overactings de arrancar as unhas e cabelo, mas pelo menos não chegam a dar vontade de matar a audiência inteira como em Lua Nova. Existem momentos em que se consegue encontrar sintonia entre actor/personagem, suficientes para provocar risos sinceros numa determinada cena, onde confesso que até construí mentalmente um terrível ‘spoof’, prontinho para usar no próximo MTV Movie Awards.
Positivismos à parte, onde até o CGI não foi um factor tão negativo como esperava, se o meu comentário acabasse por aqui isto até estava bem encaminhado. A verdade meus amigos, é que este continua a ser um filme superficial, que pertence a uma saga de carisma provocatoriamente oco, que para além de não trazer nada de novo, pelos vistos ainda cria má publicidade à desgraçada da Stephenie Mayer, que se deve ter matado para escrever aqueles livros. O que vale é que já deve ter dinheiro para ficar sentada na sanita para o resto da vida a ler os seus romances. É que se observarmos o fenómeno desta Saga Twilight, é verdadeiramente incompreensível o zumbido que se faz à volta dos seus filmes. Eu pergunto-me: ‘Estes miúdos leram mesmo os livros, ou será que é tudo por causa do Pattinson e do Lautner?’. Não encontro resposta. E se for por causa do duo masculino, então temos sérios problemas. Passará a ser um hábito sacrificar boas histórias por maus actores com cara de bebé que têm a mania que são crescidinhos e que mandam nesta porcaria toda. Não é mentira nenhuma, eu tinha uma senhora atrás de mim que suspirou várias vezes quando Lautner aparecia, soltando gemidos de compaixão quando Lautner fez um arranhão e ainda disse alto e bom som: ‘Toma lá p*** de m**** que já devias ter morrido à muito tempo’, dirigindo-se a um dos personagens do filme. Senti-me um privilegiado por estar sentado mesmo à frente dessa senhora.

Por razões óbvias, neste caso, não ter posto o olho em nenhuma das obras de Stephenie Mayer, não posso fazer paralelismos entre livro e filme. O que vi foi o personagem de Edward a passar de machão a ‘corno manso’ em fracções de segundo, Jacob a dar uma de ‘mitra’ ora sem camisola, ora a servir de ‘velinha’, e finalmente uma Bella que a dada altura de tanto trocar de amor, só pode ter um nome. Esse mesmo.
Portanto, todo um leque de coisas continuam a não funcionar, provando que estes filmes por muitos aspectos que melhorem, não fazem grande falta ao mundo do cinema. Pessoalmente saí desiludido por não poder falar tão mal do filme como da restante saga, mas a verdade é que também não saio feliz pois a surpresa não passou de 8 para 80, mas sim de 8 para 10. David Slade, responsável pelo inteligente Hard Candy (2005) e pelo interessante 30 Days of Night (2007), bem que tentou, e até conseguiu criar um ambiente mais negro, tanto visualmente como a nível da forma como o filme nos faz sentir. Sente-se o peso e uma aura trágica que é suposto haver, contudo, facilmente diluída nos devaneios do trio amoroso, onde provavelmente a argumentista Melissa Rosenberg é a maior responsável, retirando o erotismo, e dando lugar à pirosada como a história impossível de digerir que Edward conta a Bella só para não ir para a cama com ela. Duas palavras finais: True Blood. Tenho dito meus caros.
PS: Alguém me explica porque é que o Edward brilha quando leva com o sol na cara? Aliás, eles andam todos ao sol, e supostamente os vampiros são sensíveis ao sol. Algo me diz que vou ser esquartejado esta semana por fãs da saga.
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NOTA MANDYLOR:
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O MELHOR:
O facto de ser melhor que os dois anteriores filmes.
O PIOR:
Ainda não chega para eu gostar, mas a verdade cinematográfica impele aqui o Costas a ser sincero e a avaliar o filme não obstante a repugna pela saga. Saber que me espera mais um, ainda por cima dividido em duas partes.
A FRASE:
‘You don’t know what you’re getting yourself into.’ – Bella
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NOS CINEMAS DESDE 30 DE JUNHO DE 2010

Uma palavra para isto: bravo. Acho a crítica mesmo muito boa, e quando vi o primeiro filme tive uma experiência semelhante à tua, porém com uma adolescente que gritou um “Ai que eu não consigo ver isto. Pára que ele é meu!” no momento do beijo entre duas das personagens principais.
Quanto aos livros, eu confesso que os li, e gostei bastante, por um motivo simples, não apenas por ser uma história de vampiros mas por mostrar cumplicidade entre os dois amantes, achei bonito. Claro que ela assassinou tudo nos restantes livros, mas é para vender é o que interessa. O mesmo se aplica aos filmes, acho que não demonstram nada além da “abstinência” e de uma Bella que não sabe o que quer, e que sim, chega mesmo a dar vontade de chamar o nome que lhe querias dar ali em cima.
Não acho que vás ser esquartejado, mas tenho a certeza que se fosses americano e tivesses conta no twitter ao fazer publicidade a isto terias de a apagar, pelo menos foi o que uma certa actriz teve de fazer depois de ter dito que ‘era team Jacob’ em vez de Edward. Para veres as proporções ridículas que uma adaptação cinematográfica que deixa muito a desejar em todos os aspectos pode tomar.
Amiga Sónia,
Fizeste o Costas um homem verdadeiramente feliz! Muito obrigado por comentares e por teres gostado da critica, e ainda bem que não pertences à legião de fãs que vem para me apanhar!
Abraço do Costas*
PS: ‘Team Jacob’? Explica melhor, antes que tenha de entrar pela loucura twilight em busca de pormenores sobre essas duas palavras, que só de imaginar já me põe doente…
Caro Costas,
Não te preocupes, eu vou lendo algumas críticas, poucas não tenho ido muito ao cinema ultimamente, não vi o Eclipse e para te ser sincera não tenciono ver, já me basta ser bombardeada com a publicidade nos autocarros e o merchandise que existe em todo o lado por aqui.
Quanto às “Team Jacob” ou “Edward” é o que aparece nos artigos à venda com as caras dos ditos, mas aparentemente o termo alastrou-se para explicar que “lado” ou com quem é que a Bella deveria ficar. O que aconteceu é que num daqueles talk shows americanos (acho que foi o Jay Leno) a actriz Emma Roberts foi lá e o outro convidado era nada mais nada menos do que o “Sir” Pattinson. O Jay Leno perguntou qualquer coisa como “Emma you know Twilight, right? Are you team Edward or team Jacob?”, “I’m sorry but I have to say team Jacob”. Aparentemente os fãs do Edward não acharam lá muita piada e resolveram dizer-lhe “olá” de forma pouco simpática no Twitter dela ao ponto de ter de apagar a conta.
Cumprimentos*
boa análise… parabéns…
infelizmente, é disto que o povo gosta… esta saga destrói tudo aquilo que muitos realizadores, actores, guionistas e escritores fizeram…
a parte de ele brilhar ao sol, está no primeiro filme “explicada”… supostamente, eles são vampiros, mas são vampiros modernos, isto é, actualizados… porque isso de morrer com a luz do sol, já era velho, por isso, vamos lá apaneleirar e destruir o conceito de vampiro, e vamos afastá-los do sol, não para não morrerem, mas para não serem reconhecidos como vampiros pela sociedade… eles brilham como diamantes ao sol, e fogem da luz para as ditas “pessoas” não os verem…
simplesmente, tudo o que está relacionado directa ou indirectamente com este filme é algo ridículo ou completamente destruído… exceptuando os actores, em que vários não prestavam, e continuam sem prestar… enfim, viva a beleza…
mais uma vez, bom trabalho e boa análise… só é pena é a loucura presente na mente das pessoas…
sayonara…
Caro Costas,
Mais um excelente devaneio crítico genial. Parabéns! E obrigado por me teres feito rir um bocadinho, estava a precisar.
Quanto ao filme, no meu mundo as expressões “Team Jacob”, Edward ou… – há mais personagens? – continuarão a não existir. No que diz respeito a vampiros só há das teams: Eric e Bill. =)
Mas, acredites ou não, até fico contente por o filme ser menos descartável que o que seria de esperar. Talvez ainda haja esperança para o mundo. Se bem que aposto que se os filmes continuassem a melhorar os fãs provavelmente deixariam de gostar.
Grande abraço!
Caro Costa
Parabéns pela critica, e pela franquesa já que não fez como muita gente que só por não gostar, aponta defeitos que não existem ou algo semelhante. Ainda não vi o filme, nem vou pagar bilhete para ver, sou mais uma das que se limita a sacar da internet quando estiver disponivel para tal.
Confesso ter lido toda a saga e ainda os restantes complementos da saga que entretanto a escritora publicou. Refiro-me claro esta aos supostos primeiros capitulos que foram roubados que ela dispos no sit, que seria uma versão do primeiro livro mas contada pela prespectiva de Edward, (e que um dia mais tarde concluira e publicara segundo consta)e ainda ao livro “a segunda breve vida de bree” que sera supostamente uma das recem-nascidas (aquela que supostamente quase é salva depois da batalha).
Se os primeiros livros li por gostar d surreal, e por não gostar de ficar com colecções a meio, estes complementos li por curiosidade de saber o que teria ainda mais a escritora a contar aos leitores. Julgo não estar enganada ao dizer que ela ficou presa a esta trama, e nada do que publica fora dela passa muito dai. (o lucro tambem é claro, pesa consideravelmente, e quem é fanatico quererá sempre ter tudo, se assim não fosse nã haveria tantas empresas a ganhar milhoões em diversos ramos de vestuario, acessorios, etc). Apesar disso sim, gostei da história, mas já enjoua ouvir sempre falar no mesmo. Para mim os filmes não chegam a ser comparaveis com os livros, o primeir foi uma completa desilução, desde ai alimentar esperanças em relação os outros seria um erro previsivel.
Quanto ao facto dos vampiros andarem ao sol, esse assunto é explicado em “a segunda breve vida de bree”, em que alegadamente os vampiros nunca foram senciveis ao sol, nem morreriam assim queimados por combustao, apenas o feito de luzes criado pelo sol na sua pele daria essa ilusão aos olhos humanos, e visto a velocidade que atingem, ao desaparecerem os humanos diriam que queimavam ate nem cinzas restarem.
De qualquer forma espero que a autora desista da saga, caso contrario este devaneio jovenil colectivo ainda se vai fazer sentir (e ouvir) por muito mais tempo além dos próximos 2filmes.
Ontem li que “edward” se encontra entre as figuras mais influenciaveis na america ao lado de Oprah por ex., a meu ver é mais uma vez o dinheiro a governar e não o bom senso ou quem faz algo para merecer tal distinção… mas isto é apenas mais uma informação sobre a proporções desta febre twilight.
Cumprimentos a todos.
Bom, desde já gostei muito da critica, pois também eu saí extremamente desiludida da sala de cinema.
Como li os livros, fiquei desiludida pela falta de história, por cortarem uma certa emoção á coisa, visto que no livro o mr.cullen não é assim tão corno manso (se bem que foram exactamente essas as palavras que utilizei após essa cena) e fiquei desiludida porque mais uma vez dão 300x mais importância ao romance (que começa a ser uma seca…) do que á acção.
Falharam em certos aspectos, como por exemplo os vampiros da saga Luz e Escuridão, deveriam brilhar ao sol, e quando Edward está na Califórnia, sentado á janela deu-me a ideia de que o sol lhe batia, no entanto ele não brilhou…enfim.
Quanto ao desempenho dos actores, apesar de se notar aquela indecisão da Bella sobre continuar a sua vidinha humana ou tornar-se vampira, não me convenceu, nem ela nem nenhum dos outros.
Assim como tu, gostei do lado ligeiramente mais negro do filme e gostei também dos efeitos especiais, acho que principalmente os lobos melhoraram desde o ultimo filme.
Só um comentário quanto ao dinheiro que a senhora SM ganhou ao escrever esta saga é que pelos vistos não lhe chega…e escreveu maissss um livro, mas visto que a história de edward e bella acaba com amanhecer, ela escreveu-o sobre aquela vampira que os Cullen tentam salvar no fim do eclipse, a Bree. ahahahah.
Pronto, foi só isto que achei…talvez tenha melhorado um pouco, mas os filmes desta saga continuam a não me convencer e com certeza não me juntei aos inúmeros fãs que estavam sala e que bateram palmas a meio e no fim do filme.
Costas devo dizer que nunca vi nenhum dos filmes, nem tenho curiosidade para isso (depois de ver a miuda obesa a gritar que nem um cão assustei-me). No entanto ri-me bastante a ler a crítica e sim, para mim, True Blood é a única coisa com vampiragem que vejo :p.
Parabéns Costas!
Abraço aqui do teu colega.
P.S.: Para a próxima que sairmos em LA deixamos o Ribeiro a dormir na tua roulotte senão ain’t lucky ! AHAH
Caros não fãs da saga,
Pelo contrário de todos voces eu adoro a saga. Posso dizer que quem ler os livros fica a perceber muito melhor a história de cada filme. Os livros têm promonores que fazem uma grande diferença na história toda, apesar de adorar os filmes que já estam disponiveis e os livros, devo dizer que o filme “Crepusculo” não se compara ao livro, existem momentos que são ocultos no filme e que na minha opinião fariam lá falta. Mas os filmes dão nos um ambiente, um ambiente que é essencial na leitura de cada livro. Gostei da tua crítica apesar de ser uma fã, pois, pela primeira vez “ouvi” alguem justificar o seu “não gosto” pelo filme, porque a maioria das pessoas que conheço que afirmam nao gostar da saga, nao têm qualquer justificação.
P.S – Quem gostar realmente da história não anda para ai a gritar pelas personagens, mas sim a “gritar” pelos livros.
Querida Inês,
concordo plenamente contigo, eu adoro a Saga! Mas aqui o Costas sabe explicar porque não gosta, e para mim isso chega! Não sou como aquela “doida” fã que grita sempre que vê o Edward, mas gosto dos filmes, claro que gosto muito mais dos livros. E gostei muito da tua crítica, Costas, apesar de não gostares lá muito dos filmes, já espremei-tas-te ler os livros?
P.S.- Pedro Ponte, tens razão no que toca a a Teams: o Team Eric é o melhor *.*, não só a Saga Twilight que tem vampiros, existe outros filmes séries, e muito mais…
Cumprimentos
Isto foi um massimo adorei fui o melhor filme que eu vi na vida o tope dos topes
continuem a serie ate nao terem ideias porque estes 3 foram um massimo nao se esqueçao comtinuen
bjs
Isto foi um massimo adorei foram os melhores filmes que eu ja vi na minha vida
continuem a serie ate nao terem ideias porque estes 3 foram um massimo
beijinhos
bem beatriz, ainda bem que consideras estes filmes um maSSimo
tenho a apresentar-te uma lista enorme de filmes que são um MÁXIMO, tipo para lá de brutais.
mas vá, a capacidade avaliativa da qualidade dos filmes tem muito que se lhe diga… mas pronto, são vidas. saudações
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