Especial Steven Spielberg – Os 10 Melhores Filmes do Mestre

Sendo um dos realizadores/produtores mais famosos e mediáticos do mundo, Steven Spielberg é visto como um verdadeiro ícone da indústria cinematográfica norte-americana, estatuto esse que faz com que, para muitos, o seu nome inspire grandes níveis de confiança e seja sinónimo de cinema de excelência. Apesar da sua carreira também ter tido alguns pontos mais baixos, a realidade é que em mais de 4 décadas de carreira, o seu trabalho manteve uma qualidade muito consistente e elevada, levando à criação de diversos filmes muitíssimo originais e que marcaram e emocionaram diferentes gerações, ou trazendo para a luz do dia franchises que, com as suas várias incursões, fascinaram o mundo e levaram a magia que envolve o cinema a níveis raramente alcançados.
Para além do enorme sucesso que os seus filmes tiveram em termos de box-office, assimilando vários biliões de euros em receitas combinadas, eles não foram simples e banais blockbusters, sendo o seu mérito e criatividade igualmente reconhecidos por toda a crítica especializada. Ao mesmo tempo que as suas obras eram comentadas e, em alguns casos, idolatradas, pelo público em geral, foram-lhe atribuídos dezenas de prémios, sejam eles Globos de Ouro, prémios BAFTA ou então, os muito cobiçados Óscares atribuídos pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos EUA. É de destacar que, no que diz respeito às famosas estatuetas douradas, Spielberg foi nomeado 6 vezes tanto para o Óscar de Melhor Realizador como para o de Melhor Filme, tendo ganho 2 da primeira categoria (A Lista de Schindler e O Resgate do Soldado Ryan) e 1 da segunda (A Lista de Schindler). Para além destes prémios de elevado prestígio, uma boa parte dos seus filmes foram igualmente premiados com Óscares para as categorias mais técnicas dado que, associado à sua elevada qualidade, estes filmes apresentam efeitos especiais verdadeiramente impressionantes, capazes de rivalizar com as melhores obras das respectivas épocas, criadas por realizadores como George Lucas, James Cameron ou Peter Jackson.
Por tudo isto e muito mais, e a propósito da estreia iminente de As Aventuras de Tintim – O Segredo de Licorne, é uma excelente altura para se elaborar um Top com os 10 melhores filmes que Steven Spielberg nos ofereceu. Posto isto, e antes de passar à lista propriamente dita, tenho que chamar à atenção para o facto de que, à semelhança do que aconteceu no especial anterior, Os 10 Melhores Filmes de Terror do Século XXI, as escolhas e a ordem pela qual se encontram, resultam de uma opinião pessoal acerca destas obras, sendo por isso independentes das pontuações da crítica especializada ou dos prémios que lhes foram atribuídos. Mais ainda, tendo em conta que alguns dos filmes em causa já têm umas boas décadas, a análise foi efectuada à luz do panorama do cinema actual, de forma a que quem os queira ver pela primeira vez, tenha uma melhor ideia daquilo que o espera.
Assim sendo, passo então a enumerar estes fantásticos 10 filmes, todos eles verdadeiras obras de arte, seguidos das Menções Honrosas para os filmes que não conseguiram entrar na lista principal, mas merecem igualmente ser destacados:

#10 – Parque Jurássico (1993)
Para abrir as hostilidades, nada melhor do que Parque Jurássico, um filme que apesar de ter dado origem a 2 sequelas de qualidade algo duvidosa, teve um imenso impacto nas audiências devido às suas paisagens luxuriantes e por mostrar dinossauros verdadeiramente aterradores e feitos com um realismo capaz de cortar a respiração.
Em termos de argumento, esta criação de Spielberg leva-nos a conhecer 2 especialistas em dinossauros, o Dr. Alan Grant (Sam Neill) e a Dra. Ellie Sattler (Laura Dern), que partem para uma ilha isolada onde o excêntrico multimilionário John Hammond (Richard Attenborough) criou um parque temático onde existem verdadeiros dinossauros criados a partir do ADN de insectos pré-históricos. Apesar desta ideia parecer genial, tudo entra numa espiral de destruição quando surge uma tempestade durante a visita guiada e os dinossauros fogem completamente de controlo, despolotando uma aventura em que têm que juntar esforços para proteger os netos de Hammond, ao mesmo tempo que tentam sobreviver aos ataques constantes dos seres pré-históricos.
Não há dúvida que Parque Jurássico foi um dos pontos altos da carreira de Steven Spielberg devido aos seus impressionantes efeitos especiais. No entanto, é impossível ignorar que o argumento apresenta algumas fraquezas e aposta em alguns clichés que prejudicam um filme que poderia ter sido muito mais, caso estas arestas tivessem sido melhor limadas.
#9 – Munique (2005)
Em nono lugar vem Munique, um dos mais recentes filmes de Steven Spielberg e que se pautou por um estilo algo diferente do que este realizador costuma produzir em termos de conteúdo ou de maturidade intelectual. Por esse motivo e muitos mais, este filme serviu como uma muito bem-vinda lufada de ar fresco na carreira do realizador, depois de alguns filmes menos bem conseguidos.
O argumento de Munique centra-se nos Jogos Olímpicos de 1972, que decorreram nesta cidade alemã, nomeadamente no horrendo e marcante episódio em que um grupo de terroristas palestinianos mataram 2 atletas israelitas e raptaram outros 9, utilizando-os como moeda de troca por forma a obterem uma passagem segura para fora da Alemanha e a conduzirem à libertação de vários prisioneiros árabes. Quando tudo corre mal e os atletas morrem durante uma disputa entre os terroristas e a polícia, o governo israelita ordena a criação de uma equipa de agentes da Mossad liderada por Avner (Eric Bana), que tem como objectivo assassinar todos os terroristas que estiveram envolvidos no massacre. À medida que esta missão decorre de uma forma brutal e sangrenta, Avner começa a pôr em causa toda a operação, questionando a moralidade por detrás dela.
Embora seja um filme brilhante e um dos principais candidatos ao Óscar de Melhor Filme desse ano, Munique peca por apresentar uma ambiguidade de ideais, por vezes mal definidos que, associados ao facto de ter uma duração algo extensa, poderá afastar algumas pessoas habituadas aos trabalhos mais clássicos de Spielberg.
#8 – Encontros Imediatos do 3º Grau (1977)
Para continuar a lista, optei por uma das primeiras longas-metragens de Steven Spielberg, ou seja, Encontros Imediatos do 3º Grau. Lançado numa altura em que a temática espacial estava ao rubro devido à estreia do magnífico A Guerra das Estrelas de George Lucas, Encontros Imediatos do 3º Grau trouxe os extraterrestres até à terra, numa história fantástica e cujo interesse vai sempre aumentado. Para além disso, tendo em conta o seu final verdadeiramente apoteótico, é impossível desviar os olhos por um segundo que seja das imagens de incrível beleza que Spielberg consegue transmitir nesta obra.
Em jeito de resumo, o argumento deste filme conta a história de um conjunto de pessoas (entre as quais o protagonista Roy Neary, interpretado de forma majestosa por Richard Dreyfuss) que, após terem tido contacto com uma série de OVNIS e fenómenos paranormais, ficam completamente obcecadas por uma forma que tentam reproduzir, seja sob a forma de desenho ou escultura. Quando se apercebem de que aquela forma é na verdade a Torre do Diabo em Wyoming, após a mesma ter sido identificada por um grupo de cientistas liderados por Claude Lacombe (François Truffaut), todos eles se dirigem para lá, contra as ordens do governo, para tentarem perceber ao certo o que se está a passar.
Embora no seu conjunto Encontros Imediatos do 3º Grau seja um filme bastante completo, sofre um pouco por ser bastante “parado” durante a primeira metade e pelo facto de alguns dos seus efeitos especiais já começarem a mostrar a sua idade, tornando-se por isso obsoletos e retirando um pouco do impacto a algumas das cenas chave.
#7 – Império do Sol (1987)
O sétimo lugar fica para Império do Sol, um dos filmes menos famosos e compreendidos de Spielberg, mas que não deixa por isso de ser uma obra deslumbrante. Apesar de não ter conseguido ganhar nenhum dos 6 Óscares para os quais estava nomeado, a realidade é que deixou a sua marca na história do cinema por ter trazido uma abordagem muito diferente e até mesmo inocente, à muito batida temática da Segunda Guerra Mundial.
Baseado no livro do mesmo nome de J. G. Ballard, Império do Sol mostra-nos os eventos desta guerra através dos olhos de Jim Graham, um miúdo inglês (Christian Bale) que vivia em Xangai de forma ostentosa com os seus pais, na altura em que a China foi invadida pelas tropas japonesas. Após ter sido separado dos seus progenitores, Jim tem que aprender a sobreviver por si próprio com a ajuda de um mercenário (John Malkovich), dado que é aprisionado num campo de concentração japonês. A partir daí acompanhamos os incríveis acontecimentos que marcaram a vida de Jim até ao final da guerra em 1945.
Embora o filme esteja muito próximo do melhor que Spielberg nos ofereceu, tem como principal defeito o facto de, por vezes, a história perder momentaneamente o rumo, parecendo que o realizador não estava a conseguir abarcar a grandiosidade daquilo que estava a tentar mostrar. Felizmente, num filme com perto de 3 horas de duração, esta falha é bastante rara, sendo por isso altamente recomendável.
#6 – Relatório Minoritário (2002)
Ao contrário do filme anterior, que abordava o passado, para Relatório Minoritário, Steven Spielberg apostou numa visão do que o futuro, nomeadamente o ano 2054, nos poderá trazer. Com um ambiente altamente futurista mas, ao mesmo tempo, credível, este filme consegue impressionar devido à combinação de uma execução impecável, com uma performance brilhante de Tom Cruise e um grande número de cenas memoráveis.
No que toca ao argumento, Relatório Minoritário leva-nos a conhecer John Anderton (Tom Cruise), o chefe de uma unidade especial da polícia de Washington D.C. que, devido ao trabalho de 3 seres que têm a capacidade de ver o que se vai passar no futuro (precogs), consegue prender potenciais assassinos antes de eles terem a possibilidade de cometerem os crimes. Todo o sistema parece infalível até ao momento em que é o próprio Anderton que surge numa visão a matar um homem que ele nunca viu na vida. A partir daí, ele é obrigado a tornar-se num fugitivo quando começa a ser perseguido pelos próprios colegas, acabando por raptar uma dos precogs de forma a que esta o possa ajudar a deslindar o mistério sobre aquilo que lhe começa a parecer ser uma armadilha para o tentar incriminar.
Com todas as suas virtudes, Relatório Minoritário sofre apenas pelo facto de algumas das cenas de acção se prolongarem em demasia o que, associado a alguns efeitos CGI menos bem conseguidos, retira um pouco ao enorme potencial que o argumento apresenta.
#5 – Os Salteadores da Arca Perdida (1981)
Para abrir a segunda metade desta lista, chega Os Salteadores da Arca Perdida, o primeiro filme de uma espantosa saga que nos deu a conhecer Indiana Jones, aquele que, sem dúvida, é o arqueólogo mais intrépido do mundo. A partir do momento em que é quase impossível olhar para Harrison Ford e não o imaginar com o seu famoso chapéu e chicote enquanto enfrenta aventuras completamente alucinantes, é óbvio que este é um daqueles filmes que jamais será esquecido, independentemente do tempo que já passou desde a sua estreia.
Nesta aventura de estreia de Indiana Jones, o enredo anda à volta da busca pela Arca Perdida, um achado arqueológico que os nazis querem descobrir a todo o custo, dado que Hitler acredita que tem o poder de tornar o seu exército invencível. Para se conseguir antecipar aos alemães nesta corrida para encontrar a arca, Indiana Jones tem que recuperar um medalhão que está na posse de Marion Ravenwood (Karen Allen), uma antiga paixão que, após várias peripécias com os nazis, se junta a ele de forma a ajudá-lo a levar a cabo esta difícil missão.
Os Salteadores da Arca Perdida marca pontos em praticamente todos os elementos que o constituem, podendo apenas ser acusado de abusar um pouco de um sentido de humor algo insípido e desnecessário, que acaba por disvirtuar um pouco a, de resto, excelente atmosfera do filme.
#4 – E.T. – O Extra-Terrestre (1982)
“E.T. phone home…” Sendo um filme repleto de momentos marcantes, não é de admirar que se tivesse que definir E.T. – O Extra-Terrestre numa única palavra, sem dúvida que essa palavra seria mágico… Isto porque, após uma primeira abordagem à temática com Encontros Imediatos do 3º Grau, Spielberg pega nela e leva-a muitíssimo mais longe, dando origem a um clássico intemporal que, para além de apresentar uma história cativante e imagens de rara beleza (quem pode esquecer a imagem da bicicleta a passar à frente da lua…), tem a capacidade de mexer com os sentimentos das pessoas como poucos filmes conseguem fazer. Mais ainda, foi o filme que colocou Drew Barrymore no radar de outros realizadores graças à sua interpretação de Gertie, apesar de ela já ter tido a sua estreia no grande ecrã em Viagens Alucinantes 2 anos antes.
O mote para o filme baseia-se na relação entre Elliot (Henry Thomas) e o E.T., um extra-terrestre altamente amigável que tem como principal objectivo conseguir regressar a casa. Durante o seu contacto com o E.T., Elliot apercebe-se que eles conseguem comunicar telepaticamente e, à medida que a ligação entre eles se torna cada vez mais forte, inicia-se um dramático contra-relógio para se ver se o E.T. consegue ser resgatado a tempo, antes de um grupo de cientistas enviados pelo governo lhe deitarem as mãos, para o submeterem a todo o tipo de testes e análises.
Embora os efeitos especiais não sejam exactamente modernos e não se possam equiparar àquilo que é possível fazer com os recursos actuais, a verdade é que isso em nada prejudica o filme no seu todo, sendo por isso muitíssimo difícil apontar-lhe qualquer falhas, para além de poder ser demasiado “meloso” para alguns gostos, se é que isso se pode considerar um defeito, visto que está perfeitamente enquadrado no argumento do filme.
#3 – O Tubarão (1975)
A abrir o pódio deste Top fica O Tubarão, aquele que, indiscutivelmente, foi a primeira obra-prima de Steven Spielberg, tornando evidente desde cedo na sua carreira, que era um realizador com capacidade para desafiar tudo o que tinha sido feito até essa altura. Tratando-se de um filme repleto de suspense e capaz de acelerar a pulsação de qualquer pessoa, O Tubarão demonstrou que não são precisos os efeitos especiais da actualidade para se criar a ilusão de perigo constante e iminente uma vez que, com o auxílio da sua famosa banda sonora e uma edição de luxo, a presença do tubarão chega quase a ser palpável, mesmo nos momentos em que este não era visível.
O filme, cujo argumento é baseado no livro homónimo de Peter Benchley, passa-se na ilha Amity, um local fictício que baseia a sua economia no facto de ser um famoso resort de Verão e onde, para infelicidade da comunidade que lá habita, começa a surgir a desconfiança de que as praias podem estar a servir de habitat para um tubarão branco, depois de darem à costa os restos mortais de uma rapariga. Após mais uma série de ataques provocados pela falta de escrúpulos do prefeito da ilha, que insistia em não fechar as praias com receio da perda dos lucros da época balnear, o chefe da polícia Martin Brody (Roy Schneider) parte para o alto mar em conjunto com o ictiologista Matt Hooper (Richard Dreyfuss) e o destemido pescador Sam Quint (Robert Shaw) para tentarem pôr fim à vida do terrível monstro dos oceanos.
Embora o tubarão propriamente dito apareça apenas durante a fase final do filme e durante pouco tempo, a realidade é que essa possível “falha” também contribui para a mística de um filme que é muitas vezes considerado como o pai dos famosos blockbusters.
#2 – A Lista de Schindler (1993)
A Lista de Schindler é, indubitavelmente, um filme muito peculiar e especial na carreira de Steven Spielberg tanto a nível estético, dado que foi predominantemente filmado a preto e branco, como crítico, já que foi o seu único filme premiado com o Óscar de Melhor Filme. Mas, mais importante que tudo isso, representa um marco histórico na evolução do cinema devido à imensa intensidade e carga emocional que ele conseguiu conferir às cenas de um filme que trata um tema tão sensível e melindroso como o Holocausto.
O seu esplendoroso argumento, que se baseia numa história verídica passada na Polónia durante o domínio dos nazis, dá-nos a conhecer Oskar Schindler (Liam Neeson), um empresário alemão que constrói e gere uma fábrica em conjunto com Itzhak Stern (Ben Kingsley) à custa do trabalho escravo de judeus provenientes do gueto de Cracóvia. No entanto, depois de se aperceber que estes mesmos judeus estavam a ser enviados para um campo de trabalhos forçados, onde o comandante Amon Goeth (Ralph Fiennes) os abate a tiro a partir da sua varanda, Schindler começa a ficar com problemas de consciência. É esta mudança de postura que o leva a decidir fazer tudo o que está ao seu alcance para evitar que os judeus sejam enviados para os campos onde a sua morte é quase certa, tendo esse feito heróico contribuído para a salvação de mais de 1100 pessoas.
Tratando-se de uma obra verdadeiramente magistral e digna de ser vista e revista indeterminadamente, é virtualmente impossível apontar-lhe qualquer tipo de defeito ou imperfeição, ficando apenas marginalmente atrás daquele que, pessoalmente, considero o melhor filme de Spielberg e se encontra já a seguir…
#1 – O Resgate do Soldado Ryan (1998)
Depois de ter passado em revisão 9 filmes formidáveis, chega a altura de revelar o melhor filme realizado por Steven Spielberg, o qual eu considero ser O Resgate do Soldado Ryan. Tratando-se de um dos melhores filmes de guerra alguma vez criados, não há dúvida que é capaz de ombrear com outros grandes clássicos do género tais como Apocalypse Now (Francis Ford Coppola), Platoon (Oliver Stone) ou Full Metal Jacket – Nascido Para Matar (Stanley Kubrick). Mas aquilo que torna O Resgate do Soldado Ryan único e especial não é apenas 1 ou 2 factores, mas sim a combinação soberba de todas as peças que o constituem, seja o realismo sem precedente das imagens mostradas, a excelente performance do elenco ou ainda a genialidade da sonoplastia.
Os eventos deste filme centram-se no desembarque na Normandia (uma das melhores sequências cinematográficas da história do cinema) e nas batalhas subsequentes, sendo que existe um esquadrão liderado pelo capitão John Miller (Tom Hanks) que tem como objectivo localizar e resgatar o soldado James Ryan (Matt Damon) após se ter descoberto que os seus 3 irmãos já tinham sido mortos em combate. A partir daí, seguimos o incrível percurso deste grupo de homens enquanto batalham contra dezenas de nazis e são vítimas de uma série de infortúnios de proporções dramáticas e chocantes, até se atingir o final do filme que, para não estragar a surpresa, apenas posso dizer que é absolutamente memorável.
Tendo em conta que não existem palavras suficientes para descrever a grandiosidade de O Resgate do Soldado Ryan, apenas me resta recomendar que aqueles que ainda não o tenham visto, tratem disso o mais rapidamente possível e, numa nota mais geral, agradecer a Steven Spielberg pelos filmes que já criou e tanto enriqueceram o cinema, e desejar que no futuro nos traga obras igualmente geniais.
Terminal de Aeroporto (2004);
A.I. Inteligência Artificial (2001);
Guerra dos Mundos (2005);
Indiana Jones e a Grande Cruzada (1989);
Apanha-me Se Puderes (2002)
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Terminada a lista, o que tem a dizer sobre as escolhas ou a sua ordem? Que filmes é que acha que também deveriam ter sido incluídos ou quais é que não mereciam este destaque? Diga de sua justiça no espaço dos comentários!
Excelente artigo , é dos meus realizadores favoritos, marcou a minha vida como “apaixonado” pelo cinema . Apenas trocava o 1 lugar com o 2 .
Fico satisfeito por ter gostado do artigo, Angelo. De facto, entre A Lista de Schindler e O Resgate do Soldado Ryan a escolha é mesmo muito renhida pois qualquer um deles é digno do primeiro lugar. Eu próprio ponderei por várias vezes a posição desses 2 filmes à medida que ia escrevendo o artigo…
Cumprimentos
Sem duvida um realizador de eleição… Eu concordo em absoluto com o primeiro lugar!
É difícil não olhar para o Saving Private Ryan de outro modo que não o de vencedor…
Muito boa lista. Acho curioso que se façam tão poucas listas do melhor de Steven Spielberg, ele que tem um currículo impressionante. Pelo menos é a minha percepção. Só duas notas: também gostei bastante de The Lost World: Jurassic Park, o 3º é que é mesmo para esquecer. Do Munique não consigo gostar. Nem é pela intensidade dramática ou duração que a Lista de Schindler tem estas características. Trocava talvez Munique pelo Indiana Jones e a Grande Cruzada.
Obrigado FilmPuff.
De facto, nos últimos anos parece que as pessoas em geral perderem algum do interesse por Steven Spielberg, talvez porque, em muitos casos, ele tem vindo a assumir o cargo de produtor. Mas penso que essa tendência se está prestes a inverter graças aos promissores filmes que ele vai lançar no futuro próximo.
Cumprimentos